Como está aquele caso: os desdobramentos de crimes de grande repercussão

Uma jovem foi morta em tribunal do crime. Um homem foi espancado até a morte em um supermercado. Um motociclista foi baleado pelas costas por um policial. Uma grávida teve o bebê tirado da barriga. Crianças e até famílias inteiras foram encontradas mortas. Crimes bárbaros marcaram o ano de 2020. O G1 acompanha as investigações desde o início. E vai acompanhar até o final.

Saiba o que já aconteceu nos seguintes casos:

Caso João Beto

 

João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos em Porto Alegre. — Foto: Reprodução/Redes sociais

João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos em Porto Alegre. — Foto: Reprodução/Redes sociais

João Alberto Freitas, de 40 anos, foi morto por dois seguranças brancos, na noite de 19 de novembro, véspera do Dia da Consciência Negra, no estacionamento de uma unidade do Carrefour em Porto Alegre. Os agressores são o ex-policial militar Giovane Gaspar da Silva, de 24 anos, e o segurança Magno Braz Borges, de 30 anos. Eles foram presos; saiba como estão as investigações.

Caso Iury Júnior

 

Corpo do adolescente foi encontrado no quintal de uma casa em São Vicente, SP — Foto: Arquivo Pessoal

Corpo do adolescente foi encontrado no quintal de uma casa em São Vicente, SP — Foto: Arquivo Pessoal

Iury Júnior Pereira Silva, de 14 anos, foi encontrado morto no quintal de uma casa no dia 27 de setembro após ficar três dias desaparecido em São Vicente, no litoral de São Paulo. Ingrid Pereira Silva, de 26 anos, foi quem achou e desenterrou o corpo do irmão após encontrar o chinelo dele na casa do principal suspeito do crime. O suspeito já foi identificado, mas ainda não foi encontrado; saiba mais sobre o caso.

Caso Miguel

 

Miguel Otávio tinha 5 anos de idade e morreu ao cair de uma altura de 35 metros no Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

Miguel Otávio tinha 5 anos de idade e morreu ao cair de uma altura de 35 metros no Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

Miguel Otávio de Santana, de 5 anos, morreu no dia 2 de junho. Ele caiu do nono andar do condomínio Píer Maurício de Nassau, no bairro de São José, no Centro do Recife. O menino estava sob os cuidados de Sarí Corte Real, ex-patroa de sua mãe e primeira-dama da cidade de Tamandaré. Ela responde na Justiça pelo crime de de abandono de incapaz que resultou em morte; saiba em que etapa está o processo.

Caso da grávida de Canelinhas

 

Madrinhas junto com a jovem de Canelinha em julho de 2020, pouco de um mês antes do crime — Foto: Jeisiane Pacheco/Arquivo pessoal

Madrinhas junto com a jovem de Canelinha em julho de 2020, pouco de um mês antes do crime — Foto: Jeisiane Pacheco/Arquivo pessoal

Grávida de oito meses, uma professora de 24 anos foi assassinada em 27 de agosto, em Canelinha, na Grande Florianópolis. Ela foi vítima de um homicídio triplamente qualificado, planejado por uma mulher que se passou por amiga e planejou um falso chá de bebê. A mulher atingiu a vítima com um tijolo na cabeça, cortou o ventre dela, forçou um parto e roubou a criança. Ela está presa e responde pelo homicídio; veja como está o processo. (Os nomes dos envolvidos não foram informados pelo G1 para preservar a identidade da bebê.)

Caso Emanuelle

 

Caso Emanuelle: suspeito de matar menina com mais de 10 facadas tem prisão preventiva decretada — Foto: Reprodução/Facebook

Caso Emanuelle: suspeito de matar menina com mais de 10 facadas tem prisão preventiva decretada — Foto: Reprodução/Facebook

Emanuelle Pestana de Castro, de 8 anos, foi morta com 13 facadas em Chavantes, interior paulista. A criança sumiu em 10 de janeiro, quando saiu de casa para brincar em uma praça. Três dias depois, um vizinho da família, Aguinaldo Guilherme Assunção, de 49 anos, confessou que matou Emanuelle por vingança contra a mãe dela. O homem foi preso e, um dia depois, foi encontrado morto na cela; veja o que se sabe sobre o caso.

Caso José Ricardo Fernandes

 

José Ricardo Fernandes Ribeiro ao velar a mãe sozinho em Goiânia Goiás — Foto: Reprodução/Facebook

José Ricardo Fernandes Ribeiro ao velar a mãe sozinho em Goiânia Goiás — Foto: Reprodução/Facebook

José Ricardo Fernandes, 44 anos, morreu no dia 12 de julho após ser agredido e ter o corpo queimado em Aparecida de Goiânia (GO). A suspeita é que o crime foi planejado por uma mulher que queria ficar com o dinheiro arrecadado por ele em uma campanha para pagar o tratamento de hemodiálise. Foram presos Bárbara dos Santos e Matheus Teixeira Carneiro, ambos de 22 anos. Eles foram denunciados por homicídio qualificado e furto; saiba como está o processo.

Caso Nadson Miranda

Nadson Miranda, 23 anos, foi morto com dois tiros nas costas em 25 de julho, na Zona Leste de São Paulo. Ele dirigia uma moto roubada horas antes e estava sem capacete. O autor dos disparos foi o cabo da Polícia Militar (PM) Claiton Marciano dos Santos, de 45 anos, que atirou quando Nadson já estava parado e descendo da moto. A vítima estava desarmada. O cabo chegou a ser preso em flagrante por homicídio; veja como está o processo.

 

Caso Alessandra Sousa

 

Alessandra Costa, de 17 anos, executada em tribunal do crime — Foto: Arquivo pessoal

Alessandra Costa, de 17 anos, executada em tribunal do crime — Foto: Arquivo pessoal

Alessandra Sousa Costa, de 17 anos, foi brutalmente assassinada em um tribunal do crime no dia 3 de março em Boa Vista. Participaram do crime uma amiga, de 16 anos, o namorado da vítima, Bruno Valadares Cardoso, de 18 anos, e outros cinco jovens. Todos os suspeitos eram membros de uma facção rival à de um ex-companheiro da vítima, o que teria motivado o crime. Saiba o que aconteceu com os suspeitos.

Caso Isabele

 

Isabele Guimarães Ramos foi morta com tiro no rosto — Foto: Reprodução/Fantástico

Isabele Guimarães Ramos foi morta com tiro no rosto — Foto: Reprodução/Fantástico

Isabele Ramos Guimarães, de 14 anos, foi morta com um tiro no rosto dado pela melhor amiga dela, de 15 anos, na noite do dia 12 de julho, em uma casa num condomínio de luxo, em Cuiabá. A adolescente que atirou chegou a ser apreendida dois meses depois do crime, mas foi solta 8 horas após a internação e continua respondendo ao processo em liberdade. Saiba como está o caso.

 

Caso da família boliviana

 

A mãe e dois irmãos de uma menina boliviana de 14 anos foram assassinados após o pai da adolescente flagrar um brasileiro estuprando a garota na propriedade da família, que fica na fronteira do Acre com a Bolívia. O pai havia amarrado o criminoso em uma árvore e foi pedir ajuda da polícia. Enquanto isso, familiares do suspeito de estupro invadiram a propriedade e atiraram contra a família da garota. Os suspeitos foram presos e viram réus; saiba como está o processo judicial.

 

Caso do João Pedro

 

João Pedro Mattos Pinto, morto em operação em São Gonçalo — Foto: Reprodução/TV Globo

João Pedro Mattos Pinto, morto em operação em São Gonçalo — Foto: Reprodução/TV Globo

O adolescente João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, foi morto em 18 de maio durante uma operação das polícias Federal e Civil no Complexo de favelas do Salgueiro, em São Gonçalo (RJ). João brincava em casa com amigos, na Praia da Luz, em Itaoca, quando segundo familiares policiais entraram atirando. O menino foi atingido por um disparo de fuzil na barriga e socorrido de helicóptero, mas não resistiu. Três agentes da Core, divisão de elite da Polícia Civil, são suspeitos de terem feito os disparos; saiba como estão as investigações.

Caso da família do ABC

 

Romuyuki, Flaviana e Juan foram encontrados carbonizados no ABC — Foto: Reprodução/TV Globo

Romuyuki, Flaviana e Juan foram encontrados carbonizados no ABC — Foto: Reprodução/TV Globo

O casal de empresários Romuyuki Veras Gonçalves, de 43 anos, e Flaviana de Meneses Gonçalves, de 40, e o filho deles, o estudante Juan Victor Gonçalves, 15, foram mortos com golpes nas cabeças em 27 de janeiro, na casa da família em Santo André, no ABC Paulista. Segundo as investigações, três criminosos armados entraram no imóvel com a ajuda da filha do casal e da namorada dela. Os cinco foram denunciados pelo Ministério Público por roubo, assassinato, ocultação de cadáver e associação criminosa. Saiba como está o processo.

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