PM irá utilizar helicóptero nas buscas por ambulância e ocupantes desaparecidos. Acompanhe o caso

MIDIAMAX

A Polícia Militar irá utilizar o helicóptero Harpia 01 na tentativa de localizar a ambulância da prefeitura de Aral Moreira, município distante 372 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai, que sumiu durante o transporte de uma paciente com covid-19 no final da noite desta segunda-feira (04).

Até o momento, não há vestígios sobre o paradeiro do veículo e os ocupantes são dados como desaparecidos.

O helicóptero da PM iria ser utilizado na tarde desta terça-feira (05), porém não foi possível devido ao tempo chuvoso em Campo Grande e no sul do Estado. A PMR (Polícia Militar Rodoviária) realiza buscas por terra e caso a ambulância não aparecer até esta quarta-feira (05) e o tempo estiver melhor, o Harpia 01 será utilizado nas buscas.

De acordo com Jaqueline Martins da Silva, diretora administrativa do hospital da cidade, o veículo modelo Ducato semi UTI (Unidade de Terapia Intensiva) saiu às 23h40 para levar a paciente até Naviraí, onde estão sendo tratados casos da doença. Além da mulher, estavam o motorista, o enfermeiro e o médico que é diretor clínico.

Segundo Jaqueline, após passar o tempo previsto de chegada, como ninguém apareceu, funcionários do hospital de Naviraí entraram em contato com o hospital de Aral Moreira, relatando a ausência. As equipes tentaram contato com os ocupantes da ambulância, mas sem sucesso.

Veja o caso

Ambulância da prefeitura de Aral Moreira, município distante 372 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai, sumiu durante o transporte de uma paciente com coronavírus (Covid-19) no final da noite desta segunda-feira (04). Até o momento, não há vestígios sobre o paradeiro do veículo e os ocupantes são dados como desaparecidos.

De acordo com Jaqueline Martins da Silva, diretora administrativa do hospital da cidade, o veículo modelo Ducato semi UTI (Unidade de Terapia Intensiva) saiu às 23h40 para levar a paciente até Naviraí, onde estão sendo tratados casos da doença. Além da mulher, estavam o motorista, o enfermeiro e o médico que é diretor clínico.

Segundo Jaqueline, após passar o tempo previsto de chegada, como ninguém apareceu, funcionários do hospital de Naviraí entraram em contato com o hospital de Aral Moreira, relatando a ausência. As equipes tentaram contato com os ocupantes da ambulância, mas sem sucesso.

 

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