Cientistas descobrem células cerebrais que se desenvolvem após a morte

Os fãs de filmes de zumbis ou jogos do gênero sabem como a história começa, um vírus, um experimento ou qualquer coisa do tipo que faça com que o cérebro humano continue a funcionar mesmo após a morte. E quando essa ‘vida após a morte’ deixa de ser ficção e se torna realidade? Estaríamos diante de um apocalipse zumbi?

Cientistas da Universitu of Illinoins, nos Estados Unidos, descobriram que o cérebro humano não morre completamente quando falecemos. Mas algumas cédulas continuam se desenvolvendo no órgão.

A equipe de pesquisa simulou um ambiente pós-morte em um tecido cerebral retirado de uma cirurgia de rotina. Analisando a expressão genética do tecido, foi possível perceber que as células de gila cresceram em proporções absurdas.

Foi notado que a célula levou cerca de 12 horas para atingir o tamanho máximo e, que neste cenário, havia desenvolvido também tentáculos, como se fosse uma espécie de “braços”.

Com a descoberta será possível descobrir quais genes e tipos celulares do cérebro se degradam, permanecem estáveis e quais continuam se desenvolvendo.

*Matéria com informações do portal iG.

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