Aqui, o poste mija no cachorro

José Marcos “Sayid” Tenório, que trabalhava no gabinete do deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA), na Câmara dos Deputados, e foi demitido após debochar de mulheres sequestradas e estupradas pelo Hamas, em outubro do ano passado, foi um dos convidados do ministro Silvio Almeida (Direitos Hu manos) para participar de um debate, realizado terça-feira (23) em Brasília (DF). O tema: direitos humanos, liberdade religiosa e a laicidade do Estado.*

Para lembrar


Sayd Tenório foi demitido após postar: no X-Twitter: “Isso é marca de merda. Se rachou nas calças” junto a um vídeo que mostrava mulheres israelenses reféns do Hamas, ensanguentadas e agredidas por terroristas, com as mãos amarradas e calças manchadas na parte de trás.

Mantega, o preferido


Lula vem tentando enfiar o nome de Guido Mantega na cabeça de investidores e acionistas da Vale para nomeá-lo como presidente da companhia, da qual o governo federal é dono de uma boa parte. Detalhe 1: o salário do presidente é de R$ 4,9 milhões por mês. detalhe 2: Mantega era ministro da Fazenda de Dilma Rousseff quando os dois quebraram o país.

Torrando nosso dinheiro


Funcionários do governo federal que passaram pouco mais de uma semana no Egito, no começo deste mês, gastaram R$ 390 mil em diárias e em aluguel de carros, na preparação da visita de Lula ao país, nos dias 17 e 18 de fevereiro. Dados são do Transparência Brasil.

Trocando farpas


O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), trocam acusações pela internet em torno da falta de ação do Senado para defender seus integrantes. Costa Neto, em resumo, chama Pacheco de molenga. O troco foi: não lidera ninguém na oposição ao governo.

Pedido de prisão


O deputado federal Evair de Melo (PP-ES) acionou a PGR (Procuradoria-Geral da República) para pedir a prisão de João Pedro Stedile, o grande líder do MST e amigo de Lula, pelo crime de incitação a invasão de terras. Stedile disse à Folha de S.Paulo, dia 21 de janeiro, que as invasões vão aumentar neste ano. A PGR ainda não respondeu ao deputado.

A causa é política?


O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que teve a casa e o gabinete de trabalho devassados pela Polícia Federal, nesta semana, é pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro (RJ). Carlos Jordy, que passou pelo mesmo problema, na semana passada, é pré-candidato a prefeito de Niterói (RJ). Só coincidência? Veja minha opinião em https://l1nk.dev/GayerEstanaMira

Corporativismo


Uma associação que diz representar os funcionários da Abin saltou do muro para o lado de Alexandre de Moraes e acusou Ramagem de infiltrar policiais federais na agência para espionar adversários políticos de Bolsonaro. A posição revela que a representante tenta agradar o ministrão Alexandre de Moraes, do STF.

PF precisa explicar


A Polícia Federal reagiu à acusação do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) de que uma foto adulterada consta do inquérito que motivou a invasão de seu gabinete e de seu apartamento, na semana passada. A PF só não explica como e porque ninguém de lá percebeu que a foto publicada por Carlos Vitor de Carvalho, o CVC, teve partes apagadas.

Abin precisa explicar


Se a agência existe para utilizar inteligência em investigações e fornecer dados precisos ao governo em todos os seus âmbitos, o que explica, por explica, a inércia no dia 8 de janeiro do ano passado e a bisbilhotagem de gente sem nenhuma ligação com o governo federal?

Puxadinho do PT


O grupo Prerrogativas – formado basicamente por advogados de esquerda – pediu ao STF acesso à lista de pessoas que teriam sido investigadas pela Abin durante o governo Bolsonaro. No pedido, os advogados chamam agentes do órgão de “grupo criminoso”.

Briga entre irmãos


Enquanto Chico Alencar (Psol-RJ) defende a criação de uma CPI para investigar a Abin, na Câmara, seu coleta Zeca Dirceu (PT-SP) diz que é desnecessário. Ou seja, o PT não quer a apuração de suspeitas de que a agência é usada politicamente para perseguir adversários de quem está no governo.

Está explicado


A PF informou, em relatório a Alexandre de Moraes, que a cúpula da Abin dificultou as investigações sobre o esquema de espionagem que veio a público nesta quinta-feira, neste ano, durante o governo de Lula. A investigação da bisbilhotagem teria ocorrido durante o governo de Bolsonaro.

FRASE


Do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), sobre a invasão da Polícia Federal ao seu apartamento e ao gabinete, em Brasília (DF), nesta semana. Ao site da revista Oeste, nesta quinta (25).

“Muitas coincidências não existem. Quando se analisam os elementos para a busca e apreensão, não existem. A perseguição que se faz é inequívoca e evidente à liberdade de expressão.”
Divulgação/Agência Câmara
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