* Combate à violência nas escolas, com medidas de proteção para professores e demais profissionais.
* Revisão do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para, segundo a campanha, adequá-lo aos desafios enfrentados atualmente nas escolas.
* Valorização dos professores, incluindo melhores condições de trabalho e remuneração.
* Redução da jornada docente de 40 para 30 horas semanais, sem redução salarial. O movimento relacionado à proposta reuniu, segundo a campanha, 77 mil assinaturas.
* Proteção à saúde física e mental dos profissionais da educação.
* Mais investimentos na estrutura das escolas públicas.
* Inclusão de alunos com necessidades específicas e melhores condições de trabalho para os profissionais.
* Maior participação de professores, diretores, funcionários e famílias nas decisões relacionadas à educação.
Proposta de revisão do ECA
Instagran: https://www.instagram.com/alessandrodocpp?stkn=bG9oZmVycTVhZmFs
A campanha apresenta cinco pontos específicos:
1. Corresponsabilização da família em situações graves.
2. Possibilidade de medidas protetivas para professores ameaçados.
3. Programa de proteção a testemunhas para profissionais que denunciem agressões.
4. Tipificação de determinadas formas de agressão digital contra professores.
5. Mudança no modelo de relação entre Conselho Tutelar e escola, incluindo a proposta de que conselheiros deixem de ser cargos eletivos e passem a ser concursados.
Também está associado à sua trajetória o projeto “Adote Sua Escola”, que busca aproximar escola, família e comunidade para melhorar espaços escolares, sem substituir a responsabilidade do poder público pela infraestrutura
